O Sol se vai,

esvai-se o são.

O Sol se põe,

expõe-se um sopro

solto, suave e louco

de razão sem sol.

Sob a luz da lua

a sombra deixa de ser dura

a razão deixa de ser pura

vira tudo um sopro de razão suflê.

Sobre ayagui

Paulista, ô meu.

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